quinta-feira, 23 de setembro de 2010

PROCESSO DE LEITURA E APRENDIZAGEM.

PROCESSO DE LEITURA E APRENDIZAGEM.

          O prrocesso de leitura, análise e de interpretação de textos estar basicamente fundamentados na compreensão de que o ato de ler, é um ato eminentemente político, de compreensão de um mundo que envolvem o leitor por inteiro a partir de sua própria história de vida, de suas experiências escolares, de suas expectativas de processos cognitivos complexos.
  O primeiro conjunto de atividades se lita a determinar o que será lido e a indentificação de elementos que auxiliem o entendimento do texto.
No segundo leitor busca a compreensão da mensagem do autor e a avaliação do que leu.
Então, faz-se necessário delimitar uma unidade de leitura "Orienta Severino (20075.)
Vejamos agora alguns tipos de textos:
-Informativo
-Literário
-Filosófico
-Científico


OBS: Científico- Por meio do raciocínio construído sobre fundamentação exaustiva dos fatos e sempre provada. (LUCHESI,et.al;1986,p.147).


Quanto à aprendizagem, ela supõem autoria, isto é, reconstruír o pensamento sem produção. É tornar-se autor de sua reflexão.
Quando falamos em autoria incluímos basicamente o ato de pesquisas. Pesquisar atividade que leva à criação e reconstrução de novos conhecimentos. A própria aprendizagem aparecerar na habilidade de fundamentar, isto é, construír alicerces para o que diz ou rejeita mantendo crítica e autocrítica no discurso.
Para um ótimo aprendizagem devemos seguir alguns passos:
-Motivação
-Disciplina
-Compromisso
-Agenda de estudos
-Dúvidas e apoio
-Exercícios e avaliações.


TEXTO: Pedro Almeida Filho


QUADRRO SAÚDE VOCÊ SABIA.

                                                 BRUCELOSE

Esta é uma doença causada por beber leite cru de vacas ou de outros animais mamíferos contaminados contaminados por bactérias. As bactérias que causa a brucelose também pode entrar no corpo através de arranhões ou feridas na pele de pessoas que trabalham com essses animais,cabras,vacas,porcos ou respirando pó contaminado pelas bactérias.

SINAIS:
- A brucelose começa com muito calafrios,cansaço, fraqueza, perda de apetite, dor de cabeça, dor de estômago, que aumentam dia-a-dia e  muitas dores nas articulações" Juntas".
- Na brucelose crônica, a febre pode parar por vários dias e depois ao mesmo tempo voltar.

OBS:  Sem o devido tratamento a brucelose pode durar anos. Se não cuidar logo, leva o infermo à morte em pouco tempo de vida. Também,ocorre inflamações nos gânglios linfáticos no pescoço, nas axilas e na virilha.

ALERTA: Não beba leite cru ou nem um tipo de alimento que contenha leite cru.

TRATAMENTO: Procure orientação médica, com certeza o bom médico passará informações e algum remédio a base de tetraciclina durante 15 á 21 dias.

Transcrição: Pedro A. Filho

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A VIDA É BELA.

Slide 113
POESIA

VIDA.

VIDA É UMA CONDIÇÃO PLENA NO SENTIDO DE EXISTIR.
SE EXISTO É PORQUE TENHO VIDA, SE TENHOVIDA, É PARA SERVIR VIVENDO EM HARMONIA, PAZ, AMOR.  SEM USOS DE DROGAS E NEM ENTORPECENTES.
*PEDRO ALMEIDA FILHO

AFRICANOS NO BRASIL, DOMINAÇÃO, RESISTÊNCIA E ETINIA







AFRICANOS NO BRASIL, DOMINAÇÃO, RESISTÊNCIA E ETINIA


.Sabemos que o comércio de africanos trazidos pelo Atlântico começou em 1441, durante as grandes navegações, quando os portugueses levaram seis africanos para Portugal na condição de escravos. De lá para cá grandes quantidades de negros trazidos para o Brasil veio das regiões de Angola, Congo e Moçambique. Nessas áreas foram embarcadas milhões de pessoas pertencentes a povos bantos, ou seja, que falavam línguas do grupo banto. Muitas dessas pessoas desembarcaram em Pernambuco e no Rio de Janeiro. Outra parte dos africanos eram provenientes de uma grande área da costa Ocidental da África que os europeus daquela época chamavam Guiné; donde destacavam os iorubas, que na Bahia ficaram conhecidos como “nagôs”, e os Jejes, desembarcados, sobretudos, nas Costas do Maranhão.

As escravidões de africanos nas Américas consumiam cerca de 15 milhões ou mais de homens e mulheres arrancados de suas terras. Só no Brasil estimava-se que vieram perto de 40% dos escravos africanos. Portanto, o Brasil teria recebidos seis milhões de africanos. Então, para certos povos africanos isso era muito doloroso, pois em muitos lugares da África, o nome dado a uma pessoa tem seu significado especial ao contrário do que acontecia ao chegarem ao Brasil, o nome Português dado no batismo devia servir para apagar da memória de africano todo o seu passado: sua família, seus amigos, sua língua e a sua religião e a região de onde tinham vindos.
De modo geral, até mesmo sua alimentação era pouca e de má qualidade, o que acarretava sérios problemas de saúde e o total envelhecimento precoce. Muitos morriam mesmo antes de completarem seus 40 ou 50 anos de idades. De forma escrava e sem valorização trabalhista em muitas senzalas eram tratados como bichos. E os três “P.P.P”, passavam a serem normas rígidas; muitos escravos chegavam a trabalharem até mesmo das 5:00 horas da madrugada até às 6:00 horas da noite. Além disso, eram castigados o tempo todo, chicoteados, marcados com ferraduras em brasa com a letra F(fujão) e o uso da palmatória era muito constante.
É vasto ressaltar, que toda essa participação e construção brasileira se deram graças à ajuda desses escravos trazidos do continente africano. Graças a contribuição desses povos africanos no Brasil, hoje temos uma cultura muita rica e diversificada, por exemplo: a capoeira, o candomblé, axé na Bahia, a culinária e a grandiosa festa de nossa Senhora do Rosário etc... Portanto, sendo brasileiros e reconhecedores de todas essas ações e miscigenação, temos que refletirmos com toda  cooperação em prol também de agradecimentos desses povos por habitarem pertinho de nós e buscarmos a cada dia mais formas igualitárias de mais humanidade com os compromissos sinceros com nós mesmos e em defesa de nossa própria nação.
Postado por Pedro Almeida Filho às 13:36

A ESCOLHA DOS LIVROS DIDÁTICOS NO PAÍS.

SETOR PÚLICO E SETOR PRIVADO E SEUS PROFESSORES NAS ESCOLHAS DOS LIVROS DIDÁTICOS.

A busca por um ensino fundamental e médio de qualidade passa por uma questão-chave: a distorção entre a educação realizadas nas escolas públicas e privadas. Então, esse dualismo reflete-se, inclusive, no material pedagógico adotado. Os livros utilizados no ensino particular não são os mesmos das escolas públicas. Estas, em geral, usam várias versões resumidas e mais baratas dos livros utilizados nas redes privadas. Porém, no ensino médio, o aumento acelerado da demanda por vagas sem correspondente, planejamento da oferta gerou a proliferação de cursos supletivos e noturnos. A falta da discussão sobre o material didático a ser utilizado levou ao surgimento de livros e materiais de qualidade questionável, adaptado a essa realidade. E muitas das vezes os próprios professores questionam e selecionam tais livros a serem utilizados, aceitos no ano posterior ao da escolha. Porém, essa aceitação não é classificada para o sistema e quando chegam as escolas provavelmente são de outras editoras. Livros estes que basicamente não têm tanto aprofundamento com a realidade do ensino em estabelecimento. A própria experiência do setor fica a desejar, o professor passa a ser pedra angular na elaboração da escolha, passando assim, despercebida e aceitável.

Para tanto, deve ser fomentada uma política global e bem definida voltada para o material adotado no ensino médio e Fundamental que envolva a formação continuada de professores e que a extirpação dos estudantes no debate, para que os livros, os textos-bases e todos os materiais de suporte possam atender ás suas realidades socioculturais e cognitivas, contribuindo, assim para uma melhoria de qualidade do próprio ensino brasileiro.

REDERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

www.mec.gov.br/simtec

wnsinomwdio@mec.gov.br

A ESCOLHA DOS LIVROS DIDÁTICOS NO PAÍS.

O SETOR PÚLICO E O SETOR PRIVADO E SEUS PROFESSORES NAS ESCOLHAS DOS LIVROS DIDÁTICOS.
A busca por um ensino fundamental e médio de qualidade passa por uma questão-chave: a distorção entre a educação realizadas nas escolas públicas e privadas. Então, esse dualismo reflete-se, inclusive, no material pedagógico adotado. Os livros utilizados no ensino particular não são os mesmos das escolas públicas. Estas, em geral, usam várias versões resumidas e mais baratas dos livros utilizados nas redes privadas. Porém, no ensino médio, o aumento acelerado da demanda por vagas sem correspondente, planejamento da oferta gerou a proliferação de cursos supletivos e noturnos. A falta da discussão sobre o material didático a ser utilizado levou ao surgimento de livros e materiais de qualidade questionável, adaptado a essa realidade. E muitas das vezes os próprios professores questionam e selecionam tais livros a serem utilizados, aceitos no ano posterior ao da escolha. Porém, essa aceitação não é classificada para o sistema e quando chegam as escolas provavelmente são de outras editoras. Livros estes que basicamente não têm tanto aprofundamento com a realidade do ensino em estabelecimento. A própria experiência do setor fica a desejar, o professor passa a ser pedra angular na elaboração da escolha, passando assim, despercebida e aceitável. Para tanto, deve ser fomentada uma política global e bem definida voltada para o material adotado no ensino médio e Fundamental que envolva a formação continuada de professores e que a extirpação dos estudantes no debate, para que os livros, os textos-bases e todos os materiais de suporte possam atender ás suas realidades socioculturais e cognitivas, contribuindo, assim para uma melhoria de qualidade do próprio ensino brasileiro.
TRANSCRIÇÃO: PEDRO ALMEIDA FILHO


REDERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS www.mec.gov.br/simtec wnsinomwdio@mec.gov.br E24e Wnsino Médio: Construção Política: Síntese das salas temáticas/ coordenação: Marise Nogueira Ramos; Rosiver Pavan; texto. César Henrique Arrais. – Brasília:

terça-feira, 21 de setembro de 2010

POESIAS DO PEDRO

ESCURO DO MEDO

Escuro do medo, é escuro da paixão.
Escuro da noitinha, é escuro da solidão.
Escuro do silêncio, é escuro do falar.
Escuro da timidez, é escuro do amor.
Escuro, escuro mesmo, são as noites frias que passei à procura de quem tanto amei, nas madrugadas escuras da vida, todas as noites sempre a procurar.

AUTOR: *Pedro Almeida Filho.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

A JUSTIÇA SE FAZ COM A PRÓPRIA LEI.

A JUSTIÇA SE FAZ COM A PRÓPRIA LEI
A justiça é uma força que vem de dentro e nós sentimos quando falta. Quanto à sua falta, geram: pertubações,angustias, tistezas e desesperos por parte de muitos. Portanto, viver em busca da justiça e dos nossos direitos, são prioridades máximas, que cada um indivíduo devem e deveriam buscar sempre. Claro! sem justiça, não há ordem. Sem justiça , a própria vida se vê diante da impossibilidade do progresso, e sem progresso, não há desenvolvimento e tão pouco sorrisos alegres de cada um de nós. Dessa forma, sem a justiça, a vida se torna realmente mais miserável,com mais guerras, com mais perstilências. E quando há justiça e quando se faz justiça pela vericidades dos fatos, tudo brota, tudo se transforma, faz nascer um novo ser vivo.
Então, sabendo desses princípios básicos das normas da própria justiça, o mais importante, é realmente seguirmos as metas da própria justiça e dos fatos.
Justiça essa, que se dará consequêntimente por meios das leis criadas e obdecidas pelos próprios homens terrenos. Eis aí, um desafio muito grande em controlar passos da própria justiça; pois certamente existem pessoas infiltradas no sistema que muitas das vezes não exercem com qualidades suas possições trabalhistas. Muitas das vezes, estudam,se formam e ocupam de fato o poder até mesmo de julgar e defenir meios que envolvem certamente vidas humanas. Muitos aindam julgam de forma errônea, condenam, prendem em uma jaula. Pensando assim, acabam favorecendo os muitos cartéis existentes em nosso País; culpam os inocentes, favorecendo assim, os crimes organizados, mesmo sabendo das vericidades dos fatos. Muitos desses ocupadores de cargos públicos ou de forma jurídicas, são certamente amantes do dinheiro e não da verdade. Que pena! mas, é realidade.
A falta de ética profissional deixa de fato a desejar, pois certamente um dos grandiosos aspectos da vida para mim, é a moral herdada e familiar, adquerida pelos nossos pais, é o que realmente transforma. Porém, para muitos não é algo transformador, tão pouco de mudar suas vidas e o modo de pensar em favor do próximo. É vasto ressaltar, que dentro desse meio, não só jurídico, mas também, em outros cargos públicos, existem de fato pessoas humanas, cinceras,amigas, que fazem seus trabalhos com dinamismo e muita dignidade.
Quando relatamos a falta de justiça e principalmente pelo o próprio poder de julgar; é algo vergonhoso e que certamente não deveria acontecer em nosso País. Por outro lado, faz-se necessário afirmar sempre, que a lei estabelecida certamente têm a finalidade de fazer justiça. Pois a justiça , faz-se sempre, em cima da realidade da própria lei. Fato este , que em alguns países democráticos deixam de fato a desejar.

AUTOR DO TEXTO: Pedro Almeida Filho.

A IMORTALIDADE DA VIDA.

A IMORTALIDADE DA VIDA.



A vida vale mais de que todas as riquezas da terra, vale mais que todas as riquezas do solo, do subsolo e das estrelas... Porque certamente a vida humana gerada à imagem e semelhança de Deus vivo e criador, e por isso é imortal.
Bem, de todas as grandes catástrofes, a mais terrível, sem dúvida alguma, é a destruição do ser humano; porque visívelmente somos a mais bela criação e realidade deste mundo visível. Deus quis e precisa de nós para gerar vidas e vidas com abundância, assim, fez o homem e a mulher no objetivo da fé e passou- lhes, responsabilidades.  Afimal,a imortalidade passará para o ser supremo o desejo de pedir perdão , por todos os atos cometidos.  Então, o que seria mortal, passará a ser imortal para sempre.
Autor: * Pedro Almeida Filho

Política Nacional de Educação


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Política Nacional de Educação

A política nacional da educação têm como objetivo desenvolver uma educação de qualidade, em que todos os cidadãos e cidadãs possam adquerir em conhecimentos educacionais em todas as esferas de acesso e permanência vocacionais. Donde, crianças, jovens e adultos, devem e precisam passar coletivamente as multíplas etapas do ensino. Manifestando também assim, habilidades culturais, religiosas e sociais de nossa população brasileira.
Portanto, por parte de alguns orgãos comprometedores com a educação no país com: "Semetec/MEC, o de incorporar institucionalmente proposições que expressam a vontade coletiva de educadores e educandos; por parte da sociedade civil, o de desenvolver-se nessa construção de forma crítica e atuante, colaborando assim, as relações democráticas.
Segundo a última pesquisa feita pelo IDBE, recentemente divulgada e apresentada, é possível que a política nacional de educação esteja realmente fadada ao fracasso. Mas, faz-se necessário sabermos que muitos desses fracassos educacionais são correlacionados a muitos fatores tais como: A falta de moradia, saneamento básico, a falta de alimentos, violência, drogas, índices de exclussão, distorção de idade etc...
É válido ressaltar que o próprio conceito de "estudante", passou a ser uma síntese de multíplos fatores.
O próprio conhecimento é uma consequência de acúmulo de esperiêncas e, ao mesmo tempo, está ligada à realidade contemporânea. Bem, para uma amenização e um bom desempenho educacional, é necessário que todos os envolvidos estejam e comecem de já a desenvolverem novas habilidades culturais, desportivas e sociais; estimulando assim, novas participações dos nossos alunos em outras esferas da sociedade, que não somente ao consumo de bens e materiais. Os jovens alunos precisam dentro do próprio estabelecimento de ensino, serem vistos como pessoas habilitosas, ricas em conhecimentos.
A música, artes plásticas, tecnologias, ciências e dentre outros ramos diversificados, todos esses contatos basicamente despertam mais curiosidades , mais aptidões para um melhor ensino de qualidade. Também faz-se necessário, que os demais professores do país, tenham de fato meslhores salários, cursos e novas ferramentas de trabalho. Dessa forma, conseguiremos assim, melhorar um pouco mais da nossa educação com novas formas de pensar.